Resenha: O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)

Ler O Grande Gatsby foi uma experiência que, mesmo meses depois, ainda ressoa na minha memória. Publicado em 1925, o romance de F. Scott Fitzgerald é um retrato fascinante da Era do Jazz nos Estados Unidos, um período de prosperidade econômica, festas extravagantes e moralidade questionável. Ao longo das páginas, somos transportados para o coração da década de 1920, com suas mansões grandiosas, festas inesquecíveis e um mundo em que a opulência e a solidão convivem lado a lado.

Resenha: Nossas Noites (Kent Haruf)

Alguns livros têm o poder de nos surpreender quando menos esperamos, e Nossas Noites, de Kent Haruf, foi exatamente isso para mim. Esquecido na minha estante por anos, ele me pegou de surpresa quando resolvi dar uma chance. E que surpresa boa!

Resenha: Matadouro-Cinco (Kurt Vonnegut)

Matadouro-Cinco é um desses livros que eu sempre ouvi falar muito, mas do qual eu sabia muito pouco sobre o que se tratava. Sempre o via figurando na lista de favoritos de algumas pessoas, e já fazia alguns meses (para não dizer anos) que ele estava na minha estante aguardando para ser lido. Finalmente pus fim à minha curiosidade sobre este livro e finalizei esta leitura. Vamos para a resenha? 

Resenha: Sr. Loverman (Bernardine Evaristo)

Ler este livro sem conhecer a sinopse me trouxe boas surpresas, mas não haveria como resenhá-lo sem revelar algumas informações, mas que não são spoilers e de forma alguma comprometem a experiência de leitura. Foi a minha primeira leitura completa da Bernardine Evaristo ― anos atrás tentei ler "Garota, mulher, outras", mas não me conectei com a história naquele momento e decidi tentar novamente no futuro ― e neste post irei compartilhar as minhas impressões sobre Sr. Loverman. 

Resenha: A cor púrpura (Alice Walker)

Faz algumas semanas que quero escrever essa resenha, mas falar de "A cor púrpura" não é nada fácil. O livro me impactou muito, tanto que ainda não parei de pensar nele. Sua linguagem é simples, seu formato é fluído, mas ele é profundo, profundo de um jeito que nos marca. Hoje vou tentar reunir aqui os meus pensamentos sobre este clássico da autora americana Alice Walker. 

Resenha: Bunny (Mona Awad)

Eu gosto de obras que me deixam confusa, não vou negar. Gosto da sensação de não fazer ideia do que tá acontecendo ali, e ir lendo e lendo até descobrir, até conseguir entender alguma coisa. Bunny foi assim. Ainda não sei se esse livro foi uma viagem psicodélica ou um delírio da autora, mas do início ao fim ele me trouxe o sentimento de confusão. 

Primeiras impressões de uma estudante de mestrado + Resenha: A arte da tese (Michel Beaud)

Este ano começou com um novo desafio por aqui: fui aprovada no mestrado profissional de Sociologia. As aulas começaram em março e nesses dois meses pude sentir um pouco do que é ser uma mestranda. Algo que me ajudou muito foi o livro A arte da tese, que recebi em parceria com a Record Educação, e nesse post vou compartilhar um pouco sobre ele junto às minhas primeiras impressões como estudante de mestrado. 

Resenha: Morte e Vida Severina (João Cabral de Melo Neto) | Edição em Quadrinhos

Tem obras que a gente lê, relê, e cada vez que lemos nos faz pensar em suas temáticas sob uma perspectiva diferente. Quando soube que a Companhia das Letras estava lançando uma edição em quadrinhos de Morte e Vida Severina eu fiquei logo curiosa para conhecer, pois seria uma nova forma de reler o poema que li tantas vezes no passado, inteiro ou em partes. Nesse post conto mais detalhes sobre a obra e essa edição incrível. 

Resenha: se deus me chamar não vou (Mariana Salomão Carrara)

Os livros nos tocam por razões diferentes, e "se deus me chamar não vou" me tocou pela inquietação. A inquietação de uma menina de 11 anos, que é a narradora e a protagonista dessa história. Uma menina que tão nova já enfrenta a solidão e lida com tudo o que ela traz. Uma menina que questiona e ao mesmo tempo responde às coisas com muita sensibilidade e astúcia. 

Resenha: As intermitências da morte (José Saramago)

No dia seguinte ninguém morreu. Assim começa esta obra de Saramago, que apresenta um contexto um tanto distópico em que, dentro do território de um dado país, ninguém morre mais. Li este livro ano passado e, assim como foi com Ensaio sobre a cegueira, hesitei em escrever uma resenha devido à complexidade que ele apresenta. Mas cá estou com minha humilde opnião sobre este livro que ainda não saiu da minha cabeça (e que acredito que nunca sairá). 

Resenha: A filha perdida (Elena Ferrante)

Tô de volta por aqui após algumas semanas bem agitadas pra falar de uma leitura que fiz nos últimos dias de calmaria das minhas férias, quando viajei para Porto de Galinhas. Eu sou dessas leitoras que gosta de combinar a leitura com o momento que estou vivendo, então escolhi ler A filha perdida enquanto estava na praia, já que o livro se passa no litoral italiano. Essa é a segunda obra que leio da Elena Ferrante, e finalmente vim aqui compartilhar minhas impressões.

Resenha: O lugar (Annie Ernaux)

Cá estou para panfletar mais um livro da Annie Ernaux, essa autora vencedora do Nobel de literatura em 2022 que tem me conquistado a cada nova leitura. O lugar é, talvez, um de seus livros mais comentados, e suas 72 páginas me prenderam do início ao fim (deu pra ler em uma tarde!). Continue lendo para saber mais sobre o livro.