Crítica: O bosque selvagem (por Kalil Vinicius)

A história acompanha a adolescente determinada Prue McKeel, que embarca em uma missão desesperada de resgate depois que seu irmão caçula é sequestrado por um bando de corvos. Acompanhada por seu colega de classe desajeitado, mas leal, Curtis Mehlberg, Prue navega por um mundo habitado por animais falantes, bandidos e figuras poderosas movidas pela dor e pela ambição.

Crítica: As dez vantagens de morrer depois de você (por Kalil Vinicius)

Arrasada após a morte trágica de sua melhor amiga, Gabriela descobre que ela deixou um presente de despedida inesperado: dez cartas com desafios para ajudá-la a superar o luto. 

Crítica: Zona Zero (por Kalil Vinicius)

Me encontro envergonhado por não ter assistido ainda o clássico de Romero, pai do cinema de zumbis, “Despertar dos Mortos”. Assisti ao bom remake, Dawn of the Dead, feito pelo Zack Snyder, mas nunca cheguei a ver o original. Ainda assim, a presença do shopping persevera Romero e se encontra em Snyder, vai até The Last of Us, e aparece novamente aqui em Colony (Zona Zero, na tradução brasileira). E porque começar esse texto com um filme que eu não vi? Porque mesmo sem ver, reconheço a obsessão em Romero, ou melhor, a obsessão pelo shopping, que nos leva a obsessão pelas imagens.

Crítica: Digger (por Kalil Vinicius)

Quando vi o trailer desse filme em uma sessão de cinema, fiquei com o pé atrás. Me parecia só mais um daqueles filmes Oscar Bait que estava mais interessado em vender o seu valor de produção, suas atuações cheias de monólogos exagerados e pretensiosos, e seus astros do cinema para o Oscar. E no fim… este foi exatamente o caso de Digger, novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu. Só que existe um porém… 

Crítica: Resident Evil

Eu fui assistir ao novo filme de Resident Evil sem exatamente saber o que esperar. A recepção estava sendo bastante positiva, então cheguei ao cinema buscando, no mínimo, uma experiência divertida, composta por uns bons sustos, claro. E já adianto: isso ele entregou muito bem, viu?

Crítica: Coyote vs ACME (Por Kalil Vinicius)

Diferentemente de obras como Deadpool & Wolverine e Space Jam 2, que lidam com um catálogo vasto de conteúdos e escolhem fazer homenagens vazias aos ícones de suas marcas, Coyote vs. Acme sabe exatamente o que quer fazer e se destaca justamente por isso. Os personagens do universo Looney Tunes servem muito mais para compor a jornada do Coyote e de seu advogado, Kevin, do que para roubar a atenção para si. Há até uma sequência que resgata o traço antigo das animações do Coyote contra o Papa-Léguas, acompanhada por um humor melancólico: décadas se passaram, mas o personagem continua preso ao mesmo ciclo de tentar capturá-lo.

Crítica: Coração Partido (Por Kalil Vinicius)

Baseado no romance best-seller de Anna Jane, “Coração Partido” acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas regras. O que começa como uma amizade de conveniência evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento. Distante das fórmulas tradicionais do romance adolescente, o filme explora os limites entre afeto, controle e obsessão.

Crítica – Homem-Aranha: um novo dia

Enquanto os outros filmes sofriam com a conectividade exagerada do universo Marvel e com a direção básica de Jon Watts, que fugia do espetáculo, Homem-Aranha: Um Novo Dia busca retornar a um Homem-Aranha mais fiel e cinematográfico.
 

Crítica: O Convite

Em 2019, a atriz Olivia Wilde lançava seu primeiro filme, Booksmart, longa que acompanha duas amigas frustradas pela falta de experiências em festas e de uma vida social ativa durante o último ano do ensino médio. O filme se destacou pelo humor ácido, que remete ao besteirol Superbad, e pelo drama de amadurecimento que explora os efeitos de uma adolescência tardia. Em O Convite, dirigido por Olivia Wilde, Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) são um casal preso à rotina. O relacionamento está à beira do colapso, mas as coisas podem mudar quando eles convidam casualmente os vizinhos Hawk (Edward Norton) e Piña (Penélope Cruz) para jantar.

Crítica: A Odisseia

A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Troia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe.

Crítica — A morte do demônio: em chamas

Olá pessoal, aqui é o Kalil, novo colunista de cinema do Janela Literária. Sou estudante de Cinema e Audiovisual na UFPE e desde criança sou apaixonado por filmes. Comecei minha cinefilia com os filmes do Homem-Aranha do Sam Raimi e desde então venho explorando diversos tipos de cinemas. Meu diretor favorito é o Hong Sang-Soo, adoro todos os gêneros cinematográficos, especialmente romance e ação. Escrevo desde 2020 para o meu perfil do Letterboxd, e estou muito empolgado para iniciar um novo capítulo como crítico no Janela Literária!

Crítica: Dia D

Quando um dos maiores cineastas vivos decide revisitar o gênero que ajudou a defini-lo, a expectativa é inevitavelmente alta. Steven Spielberg, responsável por clássicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), E.T. – O Extraterrestre (1982) e Guerra dos Mundos (2005), volta a explorar os mistérios do universo e a existência de vida fora da Terra em Dia D (Disclosure Day, no original). O resultado? Um filme que, mesmo sem reinventar a roda, entrega uma experiência cinematográfica envolvente, divertida e com a marca registrada do diretor em cada frame.