Em 2019, a atriz Olivia Wilde lançava seu primeiro filme, Booksmart, longa que acompanha duas amigas frustradas pela falta de experiências em festas e de uma vida social ativa durante o último ano do ensino médio. O filme se destacou pelo humor ácido, que remete ao besteirol Superbad, e pelo drama de amadurecimento que explora os efeitos de uma adolescência tardia. Em O Convite, dirigido por Olivia Wilde, Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) são um casal preso à rotina. O relacionamento está à beira do colapso, mas as coisas podem mudar quando eles convidam casualmente os vizinhos Hawk (Edward Norton) e Piña (Penélope Cruz) para jantar.
Eu comecei a ouvir Como arruinar um casamento no ano passado, logo após assinar o Audible, buscando algo leve, sabe? Aquele "romancezinho" para relaxar nos ônibus de volta para casa. O título, que parece saído de um filme da sessão da tarde, sugere uma comédia romântica descompromissada, mas o que encontrei foi uma obra densa, profunda e absurdamente real sobre ser um adulto em crise.
A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Troia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe.
Resenha: Deixe a morte morrer cedo e outros contos oníricos (Maria Anna Martins)
Uma das melhores coisas de trabalhar com literatura são as amizades que surgem no caminho. Conheci muita gente desde que comecei com o blog, e tive a oportunidade de ler diversos autores daqui da minha cidade, autores que conheci pessoalmente e com quem pude conversar sobre seus livros. Hoje venho aqui falar sobre Maria Anna, uma autora e amiga que escreve romances, fantasias e contos maravilhosos. "Deixe a morte morrer cedo e outros contos oníricos" reúne alguns deles, e tive o prazer de lê-los recentemente.
Quando um dos maiores cineastas vivos decide revisitar o gênero que ajudou a defini-lo, a expectativa é inevitavelmente alta. Steven Spielberg, responsável por clássicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), E.T. – O Extraterrestre (1982) e Guerra dos Mundos (2005), volta a explorar os mistérios do universo e a existência de vida fora da Terra em Dia D (Disclosure Day, no original). O resultado? Um filme que, mesmo sem reinventar a roda, entrega uma experiência cinematográfica envolvente, divertida e com a marca registrada do diretor em cada frame.