Me encontro envergonhado por não ter assistido ainda o clássico de Romero, pai do cinema de zumbis, “Despertar dos Mortos”. Assisti ao bom remake, Dawn of the Dead, feito pelo Zack Snyder, mas nunca cheguei a ver o original. Ainda assim, a presença do shopping persevera Romero e se encontra em Snyder, vai até The Last of Us, e aparece novamente aqui em Colony (Zona Zero, na tradução brasileira). E porque começar esse texto com um filme que eu não vi? Porque mesmo sem ver, reconheço a obsessão em Romero, ou melhor, a obsessão pelo shopping, que nos leva a obsessão pelas imagens.
O que você faria se descobrisse que existe alguém exatamente igual a você? Como reagiria ao saber que uma pessoa com a sua aparência vive por aí, sem que vocês sequer se conheçam? Essa é a situação que José Saramago apresenta em O homem duplicado, romance que acompanha Tertuliano Máximo Afonso, um professor de História que descobre ter um sósia ao assistir a um filme.
Quando vi o trailer desse filme em uma sessão de cinema, fiquei com o pé atrás. Me parecia só mais um daqueles filmes Oscar Bait que estava mais interessado em vender o seu valor de produção, suas atuações cheias de monólogos exagerados e pretensiosos, e seus astros do cinema para o Oscar. E no fim… este foi exatamente o caso de Digger, novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu. Só que existe um porém…
Eu fui assistir ao novo filme de Resident Evil sem exatamente saber o que esperar. A recepção estava sendo bastante positiva, então cheguei ao cinema buscando, no mínimo, uma experiência divertida, composta por uns bons sustos, claro. E já adianto: isso ele entregou muito bem, viu?
Há algo de especial em poder pegar uma fotografia nas mãos. A gente passa tanto tempo guardando momentos na galeria do celular que, de vez em quando, é bom lembrar que algumas memórias merecem sair da tela e ganhar um lugar na estante. Foi pensando nisso que comecei a fazer meus próprios álbuns de fotos. Hoje tenho dois fotolivros da FotoRegistro que são especialmente importantes para mim: um com as fotos do meu casamento, de 2022, e outro com registros de uma viagem ao Rio de Janeiro, em 2024. E uma das coisas que mais gosto nesses álbuns é justamente poder voltar a eles de um jeito diferente de simplesmente abrir uma pasta no celular.
Imagens Estranhas, de Uketsu: um mistério japonês de um autor mais misterioso ainda
Antes mesmo de ler Imagens Estranhas, de Uketsu, o próprio autor já tinha despertado a minha curiosidade. Sua identidade é desconhecida e ele aparece publicamente usando uma máscara branca e roupas pretas. Foi justamente esse aspecto que me intrigou e me fez pesquisar mais sobre ele e, consequentemente, querer ler seu livro. Esta foi a minha primeira leitura de Uketsu e terminei Imagens Estranhas em apenas dois dias. Não conseguia parar de ler.