Resenha: A amiga genial (Elena Ferrante)

Já faz alguns anos que tive meu primeiro contato com a escrita da misteriosa Elena Ferrante. Comecei com Dias de Abandono e, no ano passado, li A filha perdida, tendo este último me agradado muito. Daí comprei o box da tetralogia napolitana, que eu acredito ser o trabalho mais famoso da autora. Fiquei esperando um momento oportuno para começar, e aí veio a leitura conjunta organizada pela Mell Ferraz do Literature-se: a oportunidade perfeita! Li tão rápido que nem respeitei o cronograma, já emendando no segundo livro da tetralogia. Hoje venho então compartilhar as minhas impressões sobre A amiga genial.

Resenha: Intermezzo (Sally Rooney)

E vamos lá para a resenha de mais um livro da Sally Rooney, autora irlandesa que se tornou um dos nomes mais comentados da literatura contemporânea. Embora não tenha desbancado Pessoas normais como meu favorito da autora, Intermezzo reafirma o talento que Rooney tem de captar as nuances do que é viver no mundo atual, com aquela escrita que te faz pensar: “nossa, é exatamente assim que eu me sinto!”.

Resenha: Gente Ansiosa (Fredrik Backman)

Fredrik Backman é um autor sueco contemporâneo, que mistura humor e emoção em sua escrita, criando histórias que buscam dialogar com o cotidiano e os desafios das relações humanas. Gente Ansiosa, publicado originalmente em 2019, prometia ser mais uma dessas obras que equilibram leveza e profundidade, mas, ao menos para mim, ficou aquém das expectativas.

Resenha: Ratos e Homens (John Steinbeck)

Essa leitura veio direto do Desafio Rory Gilmore, que envolve ler todos os livros que aparecem na série Gilmore Girls. Eu nem sei exatamente em que episódio ele aparece, mas quando li a premissa e descobri que o autor foi vencedor do Nobel, achei que valeria a pena. E eu não estava enganada! Foi uma das minhas melhores leituras de 2023 e hoje vou te contar o porquê.

Resenha: A metade perdida (Brit Bennett)

Quando li "As mães" da Brit Bennett eu me encantei com a escrita da autora, e assim que soube do lançamento de seu novo livro fiquei com ele na lista, antes mesmo de ser publicado no Brasil. O tempo se passou e, anos depois, finalmente li este livro! E chegou a hora de contar o que achei dele.

Resenha: Ensaio sobre a cegueira (José Saramago)

Não sei como escrever sobre Saramago. Faz algumas semanas que concluí este livro, mas fiquei adiando essa resenha por que simplesmente não sei. Também adiei muito essa leitura, sob a premissa de que era um autor difícil, que seria um livro denso. Não foi bem assim. Saramago é difícil por que descreve o ser humano com facilidade, e isso assusta. Nessa resenha vou tentar explicar um pouco mais sobre isso. 

Resenha: Sempre vivemos no castelo (Shirley Jackson)

Quando comecei a ler este livro, a única coisa que sabia sobre ele era que havia inspirado muitos outros autores. Não tão popular no Brasil, Shirley Jackson é considerada uma autora clássica da literatura americana. Ao ler Sempre vivemos no castelo pude conhecer a sua escrita, e abaixo deixo as minhas impressões. 

Resenha: Se a rua beale falasse (James Baldwin)

Este livro passou anos na minha lista de desejos, e mais alguns meses na minha estante até que finalmente resolvi que era hora de ele ser lido. Sempre tive curiosidade sobre a escrita do James Baldwin, autor estadunidense que ficou conhecido como "o grande crítico do sonho americano". Li este, que é o seu quinto romance, algumas semanas atrás e abaixo irei contar mais sobre. 

Resenha: Belo mundo, onde você está (Sally Rooney)

Acredito que todo leitor deva ficar encantado quando se identifica profundamente com um livro. É como se aquelas palavras traduzissem o que se está sentindo em seu íntimo, e isto é de uma grandeza imensurável. É assim que me sinto com os livros da Sally Rooney, uma autora jovem que escreve sobre os anseios da juventude em um mundo tão ideologicamente e socialmente confuso. Neste livro não foi diferente.

Resenha: A casa dos espíritos (Isabel Allende)

Tardei muito a vir aqui falar deste livro, que já concluí há alguns meses. Falar sobre as obras de Isabel Allende é sempre um desafio, dada a complexidade de sua escrita repleta de elementos fantásticos. Não é atoa que a autora se consagrou como uma das maiores do cenário contemporâneo, e continua produzindo novos livros de maneira consistente. Mas hoje vamos focar em sua produção de maior renome: A casa dos espíritos.

Resenha: Uma árvore cresce no Brooklyn (Betty Smith)

Já faz algum tempo que desenvolvi um grande amor pelos chamados romances de formação. Creio que isso tenha começado com a leitura de O sol é para todos, livro que considero como um dos meus favoritos. Neste romances temos protagonistas com a história contada a partir da infância, e acompanhamos na narrativa o seu amadurecimento, os conflitos envolvendo esse processo e suas relações e dilemas. É o caso de Francie Nolan em Uma árvore cresce no Brooklyn, livro da autora americana Betty Smith, publicado em 1943. 

Resenha: A Biblioteca da Meia-Noite (Matt Haig)

Há tempos um livro não me surpreendia tão positivamente. Sempre que uma obra recebe muitos elogios, confesso que fico com um pé atrás, como se uma voz cética me alertasse para o perigo de me decepcionar com o tão falado hype. No entanto, A Biblioteca da Meia-Noite conseguiu quebrar essa barreira e não apenas justificou as expectativas, mas foi além delas, proporcionando uma leitura envolvente e marcante.

Resenha: A História Secreta (Donna Tartt)

Há algumas semanas eu finalmente li este livro que é um ícone da Dark Academia, amplamente compartilhado no Tumblr e boards do Pinterest da vida. Li O Pintassilgo em 2018 e na época fiquei encantada pela escrita da autora, que com aquela obra venceu o Prêmio Pulitzer e se consagrou no meio literário. Por isso fiquei super animada para ler este livro quando o recebi através da parceria com a Companhia das Letras, e abaixo compartilho as minhas impressões sobre esta leitura. 

Resenha: As Mães (Brit Bennett)

 Acredito que todo leitor já deve ter comprado um livro por impulso só por ele estar com um grande desconto. Foi o que me fez comprar "As Mães" há uns dois anos atrás, por apenas R$4,90, mesmo sem saber sobre o quê o livro se tratava. Comprei, guardei na estante, nunca dei muita bola. Até que resenhas do livro começaram a pipocar nos perfis literários, junto com ótimos comentários fora do país sobre outro lançamento da autora, The Vanishing Half. Foi aí que despertei pra a preciosidade que eu tinha na estante e decidi ler logo esta obra da Brit Bennett, que é o seu romance de estreia. 

Resenha: Blecaute (Marcelo Rubens Paiva)

Acredito que todo mundo já se pegou pensando ao menos uma vez na vida como seria se todo mundo do mundo desaparecesse. Até a Rihanna lançou Only girl (in the world), com aquele clipe lá da era do cabelo vermelho. Essa ideia faz parte do nosso imaginário, mas e se isso realmente acontecesse, como ia ser? É basicamente o que rola em Blecaute, livro do brasileiro Marcelo Rubens Paiva.

Resenha: República Luminosa (Andrés Barba)

Você acredita na inocência das crianças? República Luminosa é uma obra que vai te fazer refletir sobre esta pergunta, que permeia o enredo intrigante desta ficção. Publicado em 2017, o livro do espanhol Andrés Barba lhe rendeu o Prêmio Herralde, um dos mais importantes da língua hispânica. Tive a chance de ler o livro após ele ter sido enviado pelo clube Pacote de Textos, e após uma leitura frenética cá estou para compartilhar as minhas opiniões com vocês.

Resenha: Sobre os ossos dos mortos (Olga Tokarczuk)

Apesar de ter sido publicada em 2009, foi em 2018 que esta obra obteve grande destaque, quando a autora polonesa Olga Tokarczuk foi nomeada para o prêmio Nobel de literatura. Ela acabou sendo anunciada como vencedora apenas em 2019, ano em que Sobre os ossos dos mortos chegou ao Brasil através da editora Todavia, com tradução de Olga Baginska-Shinzato. A leitura da obra de uma vencedora do prêmio Nobel sempre vem carregada de expectativas, e nesta resenha buscarei explorar os seus pontos positivos e negativos, revelando a vocês se ela alcançou o que eu esperava. 

Resenha: Daisy Jones & The Six (Taylor Jenkins Reid)

Acho que a Taylor Jenkins Reid foi a autora mais comentada do bookstagram no último ano. Choveram resenhas de Os Sete Maridos de Evellyn Hugo, livro mais famoso dela e muito bem avaliado. Já estava curiosa para conhecer a sua escrita quando a Companhia das Letras convidou os parceiros para uma leitura conjunta de Daisy Jones & The Six, e topei na hora por ser uma ótima oportunidade de ter esse primeiro contato com a Taylor. 

Pessoas Normais (Sally Rooney)

É notável o destaque que a autora irlandesa Sally Rooney tem recebido nos últimos anos, com suas obras que retratam problemáticas contemporâneas que contemplam muito do que nós, millennials, sentimos. Já estava curiosa para conhecer a escrita dela, e tive a chance de receber o e-book de Pessoas Normais em parceria com a Companhia das Letras. Este é o seu segundo romance, publicado em 2018 e traduzido por Débora Landsberg. 

Pequenos incêndios por toda parte (Celeste Ng)

Se você acompanha outros perfis literários provavelmente já ouviu falar neste livro. Arrisco dizer que ele foi um dos títulos mais comentados deste ano até então, mas eu só decidi lê-lo quando o CALMA - Clube Ativista Literário para Mulheres Ansiosas o anunciou como leitura do mês de junho. Garanti então o meu e-book de Pequenos incêndios por toda parte na Amazon e dei início à leitura no Kindle.