Considerando o tempo em que vivemos, acho que mais do que nunca é preciso buscar entender o cenário econômico, político e social através de autores que debatem a desigualdade nos mais diversos lugares do mundo. Aqui temos um economista francês, Thomas Piketty, falando do que ele chama de países "desigualitários", na defesa de um "socialismo participativo, democrático e ecológico" (p. 11). Mas será que ele consegue trazer algo novo para essa discussão?
Crítica: As dez vantagens de morrer depois de você (por Kalil Vinicius)
Arrasada após a morte trágica de sua melhor amiga, Gabriela descobre que ela deixou um presente de despedida inesperado: dez cartas com desafios para ajudá-la a superar o luto.
Me encontro envergonhado por não ter assistido ainda o clássico de Romero, pai do cinema de zumbis, “Despertar dos Mortos”. Assisti ao bom remake, Dawn of the Dead, feito pelo Zack Snyder, mas nunca cheguei a ver o original. Ainda assim, a presença do shopping persevera Romero e se encontra em Snyder, vai até The Last of Us, e aparece novamente aqui em Colony (Zona Zero, na tradução brasileira). E porque começar esse texto com um filme que eu não vi? Porque mesmo sem ver, reconheço a obsessão em Romero, ou melhor, a obsessão pelo shopping, que nos leva a obsessão pelas imagens.
O que você faria se descobrisse que existe alguém exatamente igual a você? Como reagiria ao saber que uma pessoa com a sua aparência vive por aí, sem que vocês sequer se conheçam? Essa é a situação que José Saramago apresenta em O homem duplicado, romance que acompanha Tertuliano Máximo Afonso, um professor de História que descobre ter um sósia ao assistir a um filme.
Quando vi o trailer desse filme em uma sessão de cinema, fiquei com o pé atrás. Me parecia só mais um daqueles filmes Oscar Bait que estava mais interessado em vender o seu valor de produção, suas atuações cheias de monólogos exagerados e pretensiosos, e seus astros do cinema para o Oscar. E no fim… este foi exatamente o caso de Digger, novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu. Só que existe um porém…
Eu fui assistir ao novo filme de Resident Evil sem exatamente saber o que esperar. A recepção estava sendo bastante positiva, então cheguei ao cinema buscando, no mínimo, uma experiência divertida, composta por uns bons sustos, claro. E já adianto: isso ele entregou muito bem, viu?
Há algo de especial em poder pegar uma fotografia nas mãos. A gente passa tanto tempo guardando momentos na galeria do celular que, de vez em quando, é bom lembrar que algumas memórias merecem sair da tela e ganhar um lugar na estante. Foi pensando nisso que comecei a fazer meus próprios álbuns de fotos. Hoje tenho dois fotolivros da FotoRegistro que são especialmente importantes para mim: um com as fotos do meu casamento, de 2022, e outro com registros de uma viagem ao Rio de Janeiro, em 2024. E uma das coisas que mais gosto nesses álbuns é justamente poder voltar a eles de um jeito diferente de simplesmente abrir uma pasta no celular.
Imagens Estranhas, de Uketsu: um mistério japonês de um autor mais misterioso ainda
Antes mesmo de ler Imagens Estranhas, de Uketsu, o próprio autor já tinha despertado a minha curiosidade. Sua identidade é desconhecida e ele aparece publicamente usando uma máscara branca e roupas pretas. Foi justamente esse aspecto que me intrigou e me fez pesquisar mais sobre ele e, consequentemente, querer ler seu livro. Esta foi a minha primeira leitura de Uketsu e terminei Imagens Estranhas em apenas dois dias. Não conseguia parar de ler.
Baseado no romance best-seller de Anna Jane, “Coração Partido” acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas regras. O que começa como uma amizade de conveniência evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento. Distante das fórmulas tradicionais do romance adolescente, o filme explora os limites entre afeto, controle e obsessão.
Em 2019, a atriz Olivia Wilde lançava seu primeiro filme, Booksmart, longa que acompanha duas amigas frustradas pela falta de experiências em festas e de uma vida social ativa durante o último ano do ensino médio. O filme se destacou pelo humor ácido, que remete ao besteirol Superbad, e pelo drama de amadurecimento que explora os efeitos de uma adolescência tardia. Em O Convite, dirigido por Olivia Wilde, Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) são um casal preso à rotina. O relacionamento está à beira do colapso, mas as coisas podem mudar quando eles convidam casualmente os vizinhos Hawk (Edward Norton) e Piña (Penélope Cruz) para jantar.
Eu comecei a ouvir Como arruinar um casamento no ano passado, logo após assinar o Audible, buscando algo leve, sabe? Aquele "romancezinho" para relaxar nos ônibus de volta para casa. O título, que parece saído de um filme da sessão da tarde, sugere uma comédia romântica descompromissada, mas o que encontrei foi uma obra densa, profunda e absurdamente real sobre ser um adulto em crise.
A Odisseia é um poema épico atribuído a Homero que acompanha as aventuras do herói grego Odisseu (Matt Damon) em sua volta para casa após a Guerra de Troia. O guerreiro enfrenta criaturas míticas e deuses em sua jornada épica de retorno onde sua esposa Penélope (Anne Hathaway) o aguarda. O rei de Ítaca descreve sua trajetória esbarrando com seres como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira/deusa Circe.
Resenha: Deixe a morte morrer cedo e outros contos oníricos (Maria Anna Martins)
Uma das melhores coisas de trabalhar com literatura são as amizades que surgem no caminho. Conheci muita gente desde que comecei com o blog, e tive a oportunidade de ler diversos autores daqui da minha cidade, autores que conheci pessoalmente e com quem pude conversar sobre seus livros. Hoje venho aqui falar sobre Maria Anna, uma autora e amiga que escreve romances, fantasias e contos maravilhosos. "Deixe a morte morrer cedo e outros contos oníricos" reúne alguns deles, e tive o prazer de lê-los recentemente.
Quando um dos maiores cineastas vivos decide revisitar o gênero que ajudou a defini-lo, a expectativa é inevitavelmente alta. Steven Spielberg, responsável por clássicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), E.T. – O Extraterrestre (1982) e Guerra dos Mundos (2005), volta a explorar os mistérios do universo e a existência de vida fora da Terra em Dia D (Disclosure Day, no original). O resultado? Um filme que, mesmo sem reinventar a roda, entrega uma experiência cinematográfica envolvente, divertida e com a marca registrada do diretor em cada frame.